Se me propus a dissertar sobre as coisas que fazem meu mundo girar, melhor início não teria do que tratar da principal delas: A Música.
Para caráter explicativo, deixo claro que, não gosto de música porque toco violão, apenas toco violão porque gosto de música.
Tive observando a música contemporânea e para melhor entender tudo, busquei suas raízes:
Descobri que a Música é uma parte integrante de nossa vida e além de ser uma produção cultural, nada mais é do à arte de combinar os sons e o silêncio.
Em sua história, a música (ocidental) divide-se em 6 períodos:
Medieval até cerca de 1450
Renascentista 1451 – 1600
Barroca 1601 – 1750
Clássica 1751 – 1810
Romântica 1811 – 1900
Moderna 1901 em diante
E durante todos esses períodos, muitos nomes se destacaram como Haëndel com suas composições de ópera, que muito bem representaram a música Barroca, Mozart e Beethoven com suas composições clássicas, e por fim Chopin e Tchaikovsky que seguiram os passos de Beethoven e deram origem a belíssimas canções que pitaram o esplendor na música romântica.
Mais me pergunto por que tudo que acima citei é muito diferente do escutamos hoje? E rapidamente vejo que depois do século XX a música passou a ser uma mistura complexa de muitas tendências. O que aqui no Brasil tem uma ênfase ainda maior devido à miscigenação que alicerça nossa cultura.
MPB, Rock, Reggue, Rap, Sertanejo, Samba, Pagode, Axé e Música Eletrônica, são alguns dos ritmos que compõem e diversificam a música brasileira.
Se coubesse a mim definir essa diversidade de ritmos, apenas diria: “Mistura, que une. Mistura que alicerça.”
Mais o que mais importa em tudo isso é que, a música é uma linguagem de comunicação e pode acreditar que sempre existirá uma que se encaixe em cada situação e momento de sua vida.
Por fim, faço minhas as palavras de Aldous Huxley:
"Depois do silêncio, aquilo que mais aproximadamente exprime o inexprimível é a música."
Rita Brito (Lauro de Freitas - BA, 10 de fevereiro de 2011)